Data: 11/12/2014 16:48:29 - Visualizações: 1382 Imprimir

Saúde: OMS revela que casos de malária caíram 47% no mundo. Brasil reduz em 75% a incidência da doença

Em 2013 o Brasil registrou 177.767 casos, a maioria na região Amazônica, que provocaram a morte de 41 pessoas. Em todo o mundo, mais de 60 países se encontram no caminho certo para reverter a incidência da doença. O número de pessoas que contraem malária caiu em 47% desde o ano 2000 e cada vez mais os países caminham para sua total eliminação, revelou o novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira (09).

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Durante o lançamento do Relatório Mundial da Malária 2014, a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirmou que a luta contra a malária pode ser ganha, já que as ferramentas corretas e os mecanismos de defesa mostraram ser eficazes. No entanto, alertou que a oferta desses instrumentos – incluindo a distribuição de mosquiteiros e o diagnóstico e tratamento dos pacientes – deve ser ampliada a todas as pessoas para garantir que esses avanços sejam sustentáveis.

Outra tendência positiva destacada pelo relatório é a redução da presença do parasita na África – continente onde ocorrem 82% dos casos da doença – o que significa que todos os anos menos pessoas são infectadas ou possuem infecções assintomáticas.

 A luta contra a malária é um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milêni (ODM) e, segundo o relatório, 64 países se encontram no caminho certo para reverter a incidência da doença. Entre estas nações se encontra o Brasil, que conseguiu reduzir em 75% o número de infecções em território nacional desde 2000. Em 2013, no entanto, o país registrou 177.767 casos, a maioria na região Amazônica, que provocaram a morte de 41 pessoas.

Cerca de 3,2 bilhões de pessoas em 97 países e territórios sofrem o risco de ser infectadas com malária. Em 2013, foram registrados 198 milhões de casos da doença, o que ocasionou a morte de 584 mil pessoas em todo o mundo, e, entre elas, 453 mil crianças menores de cinco anos.

O surto de ebola na África Ocidental e o fechamento dos centros de emergência também representam um desafio na continuação dos avanços obtidos até então nesta parte do mundo para frear a doença

Fonte: Com informações da ONU

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