Data: 26/04/2017 14:25:08 - Visualizações: 173 Imprimir

ANANÁS. Estado sem Governo e sem ordem. Até as britas da TO-010 estão sendo vendidas

Que o estado do Tocantins entrou em situação de trapalhada total, isso já não é novidade. A condição de anarquização tem atingidos níveis nunca antes visto. Com os serviços públicos sendo oferecidos de maneira precária, obras sendo feitas a passos lentos, com péssima qualidade, ou em sua maioria paralisadas, mais um desastroso exemplo do desperdício vem agora de Ananás.

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A rodovia TO-010, alvo dos mercenários da corrupção, que lesaram o patrimônio público, em um esquema inaugurado pelo Governo passado, chefiado por Siqueira Campos, Eduardo Siqueira Campos e Sandoval Cardoso, e que foi continuado pelo atual governador Marcelo Miranda, agora é motivo para mais denúncias que mostram o “fundo do poço” que se transformou o atual Governo. 

Segundo o vereador Walfredo Borges (PHS), da cidade de Ananás, após o Governo abandonar a obra e deixar todo o serviço já feito se deteriorar, a empresa responsável pelo pátio onde foram colocadas as máquinas, equipamentos e resto de material da obra, estaria comercializando britas no varejo.

Walfredo informou que a empresa Epeng estaria vendendo o produto, comprado com dinheiro de financiamento estadual, a R$ 80,00 o metro e que apesar da Câmara Municipal já ter solicitado por diversas vezes providências do Governo para a retomada da obras e organização do pátio, nenhuma medida efetiva foi adotada. “Nossa preocupação é que com as britas na porta e com as máquinas no pé, a obra não saiu, e quando venderem o material?”, questionou o vereador.

O parlamentar afirmou ainda que desde o primeiro dia de mandato do governador, Marcelo Miranda, a Câmara tem cobrado oficial e extraoficialmente o Governo do Estado, quanto a retomada da obra, mas o reinicio nunca aconteceu.

Um outro morador, que pediu para não ser identificado, contou a nossa equipe, que a venda de brita estaria indo além de moradores de ananás e região. Ele disse que caminhões de empresas do Pará, estariam chegando diariamente na cidade para comprar o material e levar para o estado vizinho. Tudo feito de forma ilegal e a margem da Lei. E para agravar, sem nenhuma fiscalização do Governo.

Fonte: Folha do Bico Foto: Web

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